Naquela cidade não havia relógio. A passagem do tempo era medida pelo badongo dos sinos. Um badongo longo marcava o final do dia, enquanto vários badongos breves anunciavam o seu início. Até que em uma noite um gatujo roubou o sino e o dia não amanheceu.
Ótimo. Badongo e gatujo. Em sentidos diferentes dos que eu havia visto nas outras oficinas. Muito bom.
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